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O tratamento é necessário para evitar recorrência e, as vezes, a infiltração em camadas mais profundas da parede da bexiga. As causas são as mesmas do Câncer de Bexiga Invasivo e por isso o cigarro ainda é o grande vilão.
O tratamento dessas lesões não invasivas se faz com acompanhamento próximo de um Urologista que poderá realizar uma cistoscopia de 3 em 3 meses para avaliar se há alguma lesão e ressecar, além de avaliar, em conjunto com o Oncologista, a necessidade de tratamento complementar.
As características da lesão são vistas pelo médico patologista que irá determinar o tipo, o tamanho e o grau da lesão.
Praticamente são 2 tipos:
• Lesão papilífera: que cresce para dentro da luz da bexiga;
• Lesão plana (in situ): que cresce para os lados.
O tratamento é planejado de acordo com essas características em risco alto, médio ou baixo de recorrência. O tratamento pode ser feito na hora da ressecção, com quimioterapia intravesical ou após 4 a 6 semanas com BCG, a depender do risco.
Apesar dos suprimentos de BCG estarem cada vez mais escassos no país ainda é o tratamento preconizado e está disponível de forma transitória em alguns lugares, mesmo que seja através de importação.
Em alguns casos, também é possível fazer a substituição da BCG por quimioterapia intravesical. Em casos mais graves, de recorrência em tempo curto, lesões grandes ou de alto grau pode ser indicado a ressecção da bexiga.
Nos casos de doença pré invasiva nem sempre está indicada a retirada por completa do órgão. Pode ser necessário tratamento preventivo dentro da bexiga com BCG (vacina contra tuberculose) ou até quimioterapia.
Às vezes, é possível preservar a bexiga, mas isso deve ser analisado com cautela. No entanto, o objetivo do tratamento é realizar uma cirurgia com maior qualidade e aumentar a chance de cura a longo prazo.
Quando você não puder usar quimioterapia como primeira opção e também se tiver um marcador específico (PD-L1 positivo). Após ter usado quimioterapia como primeiro tratamento.
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